Produção de “laranja” na politica

Produção de “laranja” na politica

Por: *Geraldo Alves – Publicado em 09/10/19 – ás 11:05

É estarrecedor a forma qual a tal “nova” política vem arregimentando pessoas que possam apenas alimentar um comportamento de ódio com acintes direto aos princípios democráticos. Partindo dessa lógica é extremamente proibido ousar pensar e propor inovações que possam assegurar direitos ao povo. Se for pra não atacar frontalmente as conquistas sociais, então não faz sentido, falar em “nova” política diante da atual conjuntura nacional.

Não é, um entendimento da ideologia de esquerda. Parlamentar da bancada mineira pertencente aos quadros do PSL denunciou sua exclusão da comissão de orçamento e finanças mesmo tendo, 20 anos de atuação na área contábil. Fato que lhe garantiria totais condições de colaborar com a construção da matéria orçamentaria com um olhar técnico e vislumbrando conquistas em favor do povo. Disse que quem faz parte da base do governo não pode ser inteligente, senão o “castigo” vem a “galope”.

Mulher, nas fileiras de uma agremiação política assumidamente patriarcal, machista e com os demais adjetivos que possam ser relacionados no campo do preconceito e da violação de direitos sociais.

Como se não bastasse ainda tramita proposta que visa acabar com a cota de mulheres na política como forma de barra a ascensão da mulher na política. Assumidamente o ex-juiz e atual ministro da justiça deixou claro que a violência que acomete as mulheres é fruto do medo “homens”, temem perde espaço no mercado de trabalho e inclusive na política. Parafraseando a deputada federal pelo Rio Grande do Sul, Fernanda Melchiona PSOL que não se fez de rogada e disse em plenário que mulheres não carecem de porta voz, mulheres têm voz e não arredam o pé da luta nem tampouco da defesa dos direitos adquiridos.

A sucessão municipal está batendo a “porta” embora ainda faltem 365 dias as articulações já preocupam a base do governo que além de não dispor de articulação política no congresso senão pelas trocas de “favores”, nos diretórios municipais o clima é de guerra em busca de um protagonismo inexistente. O número de dissidentes cresce assim como as “queimadas” na região amazônica, a violência contra a mulher, os cortes em áreas estratégicas…

Por fim, assegurar candidaturas próprias nos municípios é uma questão de sobrevivência política não só para a base do governo como para a oposição.

Geraldo Alves – colunista do portal Tribuna Mulungu, ativista político social, defensor da educação publica de qualidade, da gestão democrática escolar, da cultura de paz…

*Esse texto não representa necessariamente a opinião do site Tribuna Mulungu

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