Fundo partidário em debate

Fundo partidário em debate

O governo Bolsonaro não faz muita questão de seu habitual acirramento e tenta pautar o tema fundo partidário sem despertar muita atenção. A garantia de mudanças nas regras de financiamento e suas atualizações perpassam pelo entendimento do governo da tal “nova” política que de “nova” não tem nada. Quem garante que o governo deseja diminuir repasse ao fundo partidário e com isso endurecer as regras de fortalecimento das agremiações. O entendimento em si, é de que o governo não parece acompanhar o próprio discurso.

O Bolsonaro representa um discurso antiquado e o sentimento de seus apoiadores é de ataque às instituições democráticas e o discurso tem se distanciado cada vez, mas da prática. É bem verdade que as instituições democráticas andam carcomidas e com isso o governo aposta todas as fichas no desinteresse popular pelo acompanhamento da pauta política. O congresso nacional sofre uma enxurrada de críticas e grande maioria dessas críticas detém um viés totalmente ideologizado.

No entendimento do novo governo, a “nova” política não deve ser de incentivo aos interesses populares. O governo quer promover cada vez, mas o distanciamento popular da pauta política. Garantir que interesses do governo não passe pelo crivo do povo nem mesmo por intermédio de consulta publica é uma forma política de engessamento de medidas que se colocadas em debate causariam grande repulsa.

Portanto, as mudanças no fundo partidário, careceriam de um debate amplo, mas o que o governo demonstra é, não despertar interesse para garantir ao invés de corte assim como o fez na educação, na ciência e tecnologia, e áreas afins, ou seja, cortes para educação e investimentos para o fundo partidário como que funciona essa política econômica do governo?

Geraldo Alves – Colunista do portal Tribuna Mulungu, profissional em RH, comunicador popular, ativista politico e social.

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